quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Mar Morto-Capítulo 12

Rodolfo acalmou os tios de Lívia, que estavam revoltados, e pede a Guma que faça sua irmã feliz. O casamento seria a sete dias.
O Francisco ficou nervoso, pois sabia que um marinheiro não se devia casar. A mulher de Guma poderia não gostar de que ele continuasse morando ali. Mas quem mandava era Guma. Filadélfio bebeu no Farol das Estrelas à saúde de Guma e de sua futura.
No dia do casamento, o cortejo entrou na casa de Guma. Jeremias trouce o violão, e o negro Rufino a viola. Cantaram as canções do mar desde aquele dia, que a noite é para o mar.
Lívia havia prometido que seu filho não seria marinheiro.

Mar Morto-Capítulo 11

Guma era alimentado seis meses por um grande desejo. Chegado de Santo Amaro, Rodolfo o levou para ver Lívia, que estava bela e tímida. Os tios dela, que tinham uma pequena quitanda e que foram salvos por Guma diziam não ao relacionamento, queriam que ele fosse embora, pois Lívia não podia esperar nada de um marinheiro mais pobre que eles.
Guma entregou a ela uma carta que foi escrita pelo doutor Filadélfio, conhecido por todos como doutor, escrevia varias histórias em versos. A resposta de Lívia veio quando ele voltava.
Os tios proibiram Guma de visitá-la, e Rodolfo sugeriu que ele a sequestrasse, que a levasse para Cachoeira e casasse com ela. Combinaram tudo para uma semana. Na ida, preso ao leme do "Valente", sente as carícias dos cabelos dela.

Mar Morto-Capítulo 10

Guma foi bem na viagem atrás de Lívia. O "Valente"(seu saveiro) correu, e já brilham as luzes da Bahia, Guma já ouve o baticum dos candomblés, parecia ouvir a risada clara de Lívia.

Mar Morto-Capítulo 9

A cidade de Santo Amaro, pátria de muito barão do Império, viscondes, condes e marqueses. Pátria também de gente humilde do cais, pátria de Besouro, o mais valente dos negros do cais, que derramou sangue, esfaqueou, atirou, lutou capoeira e foi morto perto dali, à traição, em Maracangalha, cortado todinho de facão. Virou uma estrela.
No dia em que Traíra morreu, Guma estava indo ver Lívia, que foi à festa de Iemanjá somente para ver ele. Lívia nasceu na capital. Guma assumiu um compromisso com Rosa Palmeirão: ter um filho com Lívia para Rosa ajudar a criar.

Mar Morto-Capítulo 8

O destacado aqui é o doutor Rodrigo, que vinha da família de marinheiros. Seus pais e avós cruzaram os mares como um único meio de vida. Incapaz de levar um saveiro pelas águas; por isso, cuidava da moléstia dos marinheiros e até mesmo tirava até pessoas da cadeira. Era um poeta, mas apenas a professora Dulce sabia sobre os poemas que el fazia sobre o mar. Todos achavam que os dois se casariam.
É destacado também as filhas de Traíra que foi morta por um tiro.

Mar Morto-Capítulo 7

"Um navio ancorou no cais e nele Rosa Palmeirão foi embora." Num grupo de conhecidos, Guma, de cabeça baixa, é zombado por Maneca e Severiano que depois de ser socado por Guma, puxou uma faca.
"Severiano encostou-se na parede do mercado, faca na mão, e gritou para Guma:
- Manda Rosa brigar comigo que tu não é homem."
Apesar de Guma saltar, o pé de Severiano acerto-o na boca do estômago. Rodolfo parou a briga e salvou Guma da morte.
Rodolfo que era mal visto no cais por muitos era chamado de ladrão, conta a Guma as aventuras do Concórdia, seu pai, que tinha outra filha, agora sua irmã, que ele não havia conhecido. Ela queria ver Guma para lhe agradecer, pois alguns da tripulação do "Canavieiras" eram seus parentes. Na saída, Guma lhe pergunta:
"- Como é o nome dela?
- Lívia!" - disse Rodolfo.
Morreu, vítima de um tiro, numa confusão em uma das cidadezinhas do Recôncavo, após ter sido socorrido por Guma. No momento da morte, lembrou-se de suas filhas: Marta, Margarida e Rachel.

Mar Morto-Capítulo 6

O pai de Anselmo era a pessoa que organizava as festa de Iemanjá. No Dique, nas Cabeceiras, em mar Grande, em Gameleira, em Bom Despacho e na Amoreira, seu dia é 2 de fevereiro. Já em Monte Serrat, onde a festa é a maior, seu dia é 20 de outubro. Porém todos se uniam para festejar Iemanjá.

Mar Morto-Capítulo 5

Mais uma tempestade assustou novamente os homens do cais, não deixando viagens e deixando sim prejuizo. Em um dia igual a esse, morreu o mestre de saveiro que era o que mais conhecia a profissão naquele cais. O governo pagou uma pensão à sua mulher, cortada por economia. Aparecia nas noites de tempestade.
Xavier, chegou no seu saveiro Caboré. Quando ele é perguntam do porquê desse nome, ele diz: "Foi por causa de uma mulher". Ela o chamava de Caboré. Seus dois filhos estavam dentro do cais que estava se afogando, entaum ele ofereceu dinheiro para quem salvasse eles. Guma aceitou este desafio e conseguiu. Depois disso ele ficou bastante conhecido pelos cais da Bahia.

Mar Morto-Capítulo 4

Na terceira classe de um navio, saiu do Rio de Janeiro e teve as atenções toda voltada pra ele, novamente viu a todos e conheceu Guma. Dessa vez disse que vivendo com um tal de Juca, que havia apanhando dela invadiu a casa com mais seis homens querendo bater no Juca e abrir a vela. Todos apanharam. Na delegacia, o delegado, que era baiano, já conhecia sua a fama de Rosa Palmeirão. E Juca foi embora com medo.

Mar Morto-Capítulo 3

Agora, o soldado Jeremias canta uma canção que diz assim: "desgraça é a mulher que casa com um homem do mar, seu destino será infeliz". O Francisco sabe qual é esta canção, pois foram quarenta anos em um saveiro, e conhecia todos daquela região. Uma vez, ao salvar uma tripulação inreira, viu o vulto de Iemanjá. Já teve três saveiros, mas passou a viverde remendar velae do que Guma lhe daria. Seu irmão Frederico também pai de Guma, morreu na tempestade para tentar salvá-lo.E sua mulher Rita, infartou quando ficou sabendo.
A mãe de Guma, que lhe entregou ao pai logo que ele nasceu, chegou de Recife para levar o menino. Frederico deixou-a naquele estado. Havia morrido, Guma não tinha pai e teria que ser criado por ela. Quando foi apresentá-la ao filho, Guma ficou imaginando que aquela fosse a mulher que seu tio lhe havia prometido, que deitaria com ele em uma cama, apesar de ter apenas 11 anos. Guma assustou-se quando soube que aquela mulher tão esperada por ele era sua mãe, pois nunca lhe tinham falado dela. Ela o chama de filho e só então Guma sente um pouco de ternura por aquela mulher.
Em uma noite, Francisco deixou uma mulata para Guma no saveiro. Depois, apareceram outras. Somente quando Guma fez dezoito anos, o tio disse para seu sobrinho as peripécias do irmão, que vivia pelo mundo e uma vez voltou trazendo a vida de um homem na ponta da faca.

Mar Morto-Capítulo 2

Acabada a tempestade, Lívia ficou na espera por Guma e ouvia os gemidos de amor de Maria Clara dentro do saveiro com Manuel. Em pouco tempo ela também estaria nos braços de Guma, pois há oito dias não o via. Rufino disse a Lívia que Raimundo e Jacques morreram afogados, pois os seus corpos foram encontrados no mar. Todos começam a partilhar do sofrimento de Judith, mulher de Jacques, uma mulher que ficou com um filho na barriga. Judith nunca mais tera amor, pois seu homem morreu no mar. Daí vem a música cantada pelo velho soldado Jeremias, voz possante de preto:"A noite é para o amor...", "Vem amar nas águas, que a lua brilha...","É doce morrer no mar..."

Mar Morto-Capítulo 1

O primeiro capítulo começa com uma grande tempestade, a chuva com ventos fortes que estariam até balançando os navios. Todos saíram do cais. O Rufino, perante do copo de cachaça, sabia que, com essa chuva, Esmeralda não iria encontra-ló. Manuel não quis sair com seu saveiro, preferiu ficar ao encontro da amada Maria Clara. Lívia ficou bastante preocupada à beira do cais, debaixo a chuva e o vento, esperando ansiosamente o Guma que vinha no seu "Valente"(nome de seu saveiro), contrariando os ventos. Um saveiro havia virado no mar.E dois homens morreram.O nome dos mortos são Jacques e Raimundo.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009